Meninas cristãs se sentem humanas pela primeira vez, no Egito

Ontem a Portas Abertas começou a falar sobre o ministério de meninas no Egito, onde a parceira Mira*, ministra a meninas que vêm de zonas rurais para trabalhar nas grandes cidades. Mira e os outros parceiros locais não podem mudar o modo como a sociedade vê essas meninas, mas eles podem mudar a forma como as meninas veem a si mesmas.

Mira explica: “Nós as ensinamos a cuidar de si mesmas, levando-as a viagens curtas ou organizando um dia de esportes para elas. Isso as ajuda a se sentirem livres física e psicologicamente”. Mira e os outros da equipe combatem as trevas da sociedade com a melhor arma que têm: a luz do mundo, Jesus. “Ajudamos as meninas a se conectarem ou reconectarem a Jesus através dos grupos de discipulado, onde falamos sobre ele. Elas são desafiadas a fortalecer o relacionamento pessoal com o salvador”.

Layla* foi uma das meninas que Mira ajudou a encontrar um emprego. A menina agora participa regularmente do grupo de discipulado e está se recuperando. Layla diz: “Eu ainda tenho dificuldade com a forma como as pessoas olham para mim, mas gosto de participar do grupo de discipulado. Me sinto amada e segura aqui e aprendo muito com o pessoal que ministra as aulas”.

Justine* e Diana* também são meninas que encontraram um novo emprego e agora têm tempo de participar do discipulado. Elas compartilham: “Essa é a primeira vez que nos sentimos como humanas, a primeira vez que sentimos que há pessoas que nos dão algo ao invés de tomar algo de nós. Nos sentimos vivas quando participamos das reuniões. Quando conversamos com qualquer um da equipe também sentimos que somos apreciadas e valorizadas”.

*Nomes alterados por motivo de segurança.

Fonte: Portas Abertas